Sou a estrela vermelha que nasce no céu das estepes frias do oriente.
Sou as arvores que nasce nas terras freteis da América latina.
Sou as armas dos guerreiros que lutarão pelo velho mundo.
Sou o sangue derramado do leão africano.
Sou o ouro da Colômbia.
Sou o petróleo da Bolívia.
Sou o urucum do Brasil.
Sou a foice e o machado dos trabalhadores.
Sou a alma que nunca descansa.
Não sou a solução mais posso ser a única saída.
Sou bom para os fracos mas sou ruim para os fortes.
Sou o câncer do capitalismo.
Sou simples.
Sou guerreiro.
Sou latino.
Sou a chama que não se apaga.
Sou o subversivo.
Por isso digo sim sou comunista!
soviete supremo.
segunda-feira, 29 de março de 2010
poema
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